
Há uma certa ironia em reler os textos anteriores. Eu teria que publicar aqui um email que foi lido e não enviado, para esclarecer o texto que segue. Farei isso um dia, quando conseguir retirar dele as evidências. Por ora, me concentro: li “Carnaval” e “Paixão”, li que as piores dúvidas, nada mais eram, que verdades.
Mentiras que revelam que a pessoa que você se apaixonou, é uma fraude. E mesmo assim, você tenta o entender. Confuso, é assim que coloquei na minha cabeça que ele o é. As duvidas permeiam toda a minha razão, me tornam triste, seco, chorão. Eu queria muito alguém que o conhecesse pra conversar comigo. Onde eu estou? E o que estou fazendo da minha vida?
Descobri tanto. Sadismos, mentiras, falsidades. Uma coisa “flertar por flertar”. Não, não houve reciprocidade. It’s a mistake. Eu sou um “pega”. Talvez nunca haja nada. Nada. Talvez eu quebre minha cara muito em breve. Na verdade, essa é a hipótese mais provável. Eu me sinto andando em direção ao bueiro. Há uma pífia esperança de ser socorrido, e uma certeza absoluta que tudo pode se tornar ainda mais negro.
Eu adoraria que as duvidas mais simples desse post, as positivas, que andam tão em descrédito como estavam as negativas nos anteriores, se mostrassem verdade. Mas eu não sei. Eu fui enganado. E continuo me permitindo ser, enganado.